TV Câmara Bauru e TV USP renovam parceria para exibição de conteúdo

- Vinicius Lousada

Com a assinatura do convênio, com validade de mais três anos, as produções da emissora universitária poderão ser veiculadas por 39 televisões legislativas de todo o Brasil

A TV Câmara Bauru e a TV USP renovaram o convênio de colaboração por mais três anos. O acordo foi assinado, nesta quarta-feira (04/09), pelo presidente do Legislativo, vereador José Roberto Segalla (DEM), e pelo prefeito do campus da universidade em Bauru, Dr. José Henrique Rubo.

Também acompanharam o ato o diretor de Comunicação da Câmara, Marcelo Malacrida, e a produtora e o jornalista da emissora universitária, Paula Marques e Vitor Oshiro.

A parceria, firmada pela primeira vez no ano de 2014, permite que o conteúdo produzido na cidade pela TV USP seja exibido pela emissora legislativa, que opera em sinal aberto digital, pelo canal 31.3, e no canal 10 da NET.

Com o convênio, as outras 38 emissoras filiadas à Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (ASTRAL) em todo o território nacional também podem incluir em suas programações o material da TV universitária.

José Roberto Segalla destaca o sucesso da parceria: “Podemos divulgar a produção científica ao público. A TV Câmara está crescendo, com excelente recepção dos telespectadores. Além disso, é dado publicidade aos programas de extensão que, diretamente, beneficiam a sociedade”.

José Henrique Rubo observa que os conteúdos informativos e culturais possibilitam que a universidade retorne à comunidade o suporte recebido.

“É a sociedade que nos mantem. A divulgação desse trabalho em todo o território nacional é de extrema importância em um momento em que as universidades são atacadas. Ela precisa atingir a população e demonstrar o papel que desempenha para o progresso”, afirma o prefeito do campus da USP em Bauru.

Marcelo Malacrida, diretor de Comunicação da Câmara e presidente da ASTRAL, observa que levantamentos recentes apontam o crescimento de 18% da audiência na televisão aberta. “Ocupando esse espaço, especialmente após o desligamento do sinal analógico, temos a nosso favor a qualidade do conteúdo, com foco no interesse público e, sem as demandas comerciais, a possibilidade e o dever de aprofundar os conteúdos”.